No oitavo ano, bem no época que íamos a Minas pelo estudo do meio, eu tive um furúnculo na perna. Mal conseguia andar, e a ferida era bem feia. Tive a oportunidade de andar de táxi com a Cecilinha, que também não podia fazer longas caminhadas. Um certo passeio nós -- eu e Cecilinha -- não fizemos, porque não dava pra chegar de carro. Então fomos a um café e ela me pagou um cappuccino com chantilly.
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